Chi-chi-chi-le-le-le

Por Ricardo Ruas

Me programei para cinco dias de viagem ao Chile, sendo quatro dias inteiros no país banhado pelo Pacífico. O foco era Santiago e arredores. Como seria pouco tempo acabei optando por programas bem de turista, mas valeu o investimento. Tive um contratempo só na chegada. A hospedagem comprada via Decolar.com não havia sido efetuada. Pelo menos não estava no sistema do hotel, já lotado. Mas a equipe do Panamericano (localizado cerca de duas quadras do Palácio La Moneda), prontamente me levou para outra hospedagem, praticamente do lado, para pelo menos esta primeira noite.
No dia seguinte, tudo resolvido, parti para conhecer Santiago a pé. Segui pelas ruas, conheci o centro histórico, a prestatividade dos chilenos e o Mercado Público. Também pude conhecer o Pátio Bela Vista, local que mescla lojas e restaurantes, mas não tem cara de shopping center. Andei de metrô, circulei em algumas regiões centrais. Do jeito que sempre gosto em cidades desconhecidas: com o mapa na mão, com dicas de outros visitantes encontradas na internet, mas em busca de novidades até então despercebidas. E o Chile é realmente encantador!
Dicas
– Cerca de 30% dos chilenos falam inglês com fluência. Dá para praticar dois idiomas na mesma trip.
– Quer comer pescados e frutos do mar diretamente do Pacífico? O Chile é o local. Conheça algumas espécies no Mercado Público. E nos restaurantes, não abra mão de experimentar o ceviche.



– A proximidade com o Oceano Pacífico faz com que os pratos com mariscos, camarões e pescados sejam baratos no Chile. Como gosto muito da combinação massa + frutos do mar, fiquei contente com o prato de um dos almoços!
– Esqueceu de levar gorro? Saiba que esse é um item indispensável para quem for viajar para o Chile no Inverno. Mas não se preocupe, em várias barracas na rua você encontra esse item, por menos de R$ 10.
– Não se acanhe em pedir informações na rua. As pessoas param e dão detalhes para explicar a você onde fica o que você procura. Se tiver receio, converse com os policiais, eles estão aos montes, espalhados pela região central de Santiago.
– O Chile é um país seguro. Segundo um dos taxistas que conversei, se tivesse algum problema seria com furto de carteira, sem violência. Ainda assim, seria algo muito inusitado.
– Mesmo com frio, há muito ciclista nas ruas. A cidade é plana, vale circular pedalando.

Ainda esta semana, vamos até a Vinícola Concha Y Toro.


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